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Beloalter Hotel é conforto e requinte no coração da floresta Amazônica

Venha com tempo, pois há muito o que fazer por aqui

Aqueles que curtem uma boa caminhada encontrarão uma vasta rede de trilhas indo e vindo do hotel para a floresta em torno do lago Verde e para as praias a volta dele. 

O hotel também oferece um grande número de passeios de barco, expedições de pesca, de mergulho e uma série de passeios para diversos pontos de interesse próximos, ou para algumas das mais isoladas e intocáveis praias do rio Tapajós, que em alguns pontos, chega a ter dezessete quilômetros de largura.

Na vila de Alter do Chão encontramos diversas lojas de artesanato. 

O Museu João Fona fica na Avenida Tapajós, às margens do rio de águas azuladas e abriga centenas de artefatos de barro originários da civilização Tapajônica, extinta centenas de anos antes que os Boraris chegassem a essa região. A civilização Tapajônica era realmente muito interessante e evoluída para seu tempo, mas infelizmente, seu patrimônio arqueológico está recebendo pouca atenção, e grandes descobertas ainda estão por vir. Ao redor de Santarém, estão identificados cerca de 100 sítios arqueológicos Tapajônicos, mas nenhum foi ainda estudado seriamente em sua totalidade, apresentando uma excelente oportunidade para alunos de antropologia, arqueologia e outros campos afins, de fazerem o que ainda não foi feito.

No centro da cidade, também encontramos o Museu Dica Frazão, onde são encontrados figurinos exóticos criados a partir de fibras naturais. Vale a pena conferir e ouvir da própria artesã a sua história de lutas e vitórias.

A força da Natureza

Alter do Chão fica 34 quilômetros ao sul de Santarém - sede do município. Santarém está situada na foz do rio Tapajós, onde este entrega suas águas azuis transparentes ao barrento Amazonas. Tendo diferentes características como densidade e temperatura, essas duas águas seguem lado a lado por cerca de 10 quilômetros até que o Amazonas se aposse completamente das águas do Tapajós.

É realmente uma missão impossível descrever a força e a beleza que esse espetáculo expressa. Num minuto se tem a impressão de que as duas águas estão dançando e rodopiando em volta uma da outra, no próximo minuto, lembram mais um combate mortal, quando o Tapajós fura uma caverna no corpo do Amazonas que contra ataca enviando uma gigantesca ameba de águas barrentas para devorar as águas do Tapajós.

Muitos peixes, nadando displicentes pelo Amazonas, de repente se encontram nas águas transparentes do Tapajós. Assustados como se fossem pegos nus, rapidamente fogem perplexos para o abrigo das águas barrentas, esperançosos de não terem despertado os olhos aquinos do Tucunaré, um predador impiedoso de peixes menores, que muitas vezes se encontra sendo servido como um dos saborosos pratos regionais. 

 

Página Atualizada em: 06 nov 2007
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Copyrighted 2002 Beloalter Hotel

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